A NOITE DO ANEL

Carlos e Fernanda estavam juntos há oito anos. Oito anos de amor, cumplicidade e… rotina. Não que se amassem menos — pelo contrário. Mas a vida havia se infiltrado entre eles: trabalho, contas, cansaço. O sexo ainda acontecia, mas no piloto automático.
Foi Fernanda quem teve a ideia. Não uma ideia — um presente.
Numa sexta-feira, quando Carlos chegou em casa, encontrou-a sentada na cama, vestindo apenas uma camisola de renda preta. E na mão, uma caixinha da VE Your Sexy Dreams.
— Abre — ela sussurrou, com um brilho nos olhos que ele não via há tempos.
Dentro, um anel peniano de silicone preto, com um pequeno vibrador na parte superior. Carlos sentiu o rosto aquecer — não de vergonha, mas de excitação pela ousadia dela.
— O site diz que é para o prazer dos dois — Fernanda explicou, aproximando-se. — Quero tentar. Com você.

Eles leram juntos as instruções no site. Lubrificante primeiro — sempre. Colocar quando ele estivesse parcialmente ereto. Posicionar o vibrador para cima, onde tocaria ela durante a penetração.
Carlos nunca havia usado nada assim. A pressão na base era estranha no início, mas não desconfortável. Era… intensificadora. Ele se sentia mais duro, mais presente, mais consciente de cada sensação.
Quando entraram nela, Fernanda gemeu diferente. O vibrador pressionava exatamente seu clitóris a cada movimento, enquanto Carlos a preenchia por dentro. Era uma dança de sensações — ele sentia as vibrações também, transmitidas através do anel, através dela.
— Não para — ela pediu, as unhas cravando em suas costas. — Por favor, não para.
Ele não parou. Não podia. A pressão do anel retardava sua ejaculação, dando-lhe controle que nunca tivera. Fernanda veio primeiro — um orgasmo intenso, prolongado, que ele sentiu pulsando ao redor dele. Só então ele se deixou ir, em uma onda que parecia não ter fim.
Depois, deitados, ela brincou com o anel ainda em seu dedo.
— Vamos comprar o controle remoto próximo — ela disse, sorrindo. — O site tem um que você controla de longe. Imagine… num jantar, no cinema…
Carlos riu, já imaginando. Oito anos juntos, e parecia que estavam começando de novo.

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