Ana nunca se considerara “aquela” mulher. Aquela que usa fantasias, que se exibe, que provoca. Ela era tímida, prática, confortável em si mesma mas não… ousada.
Até que viu a fantasia de secretária no site da VE Your Sexy Dreams. Saia curta, camisa transparente, gravata. Não era vulgar — era poderosa. A modelo no site exalava confiança, e Ana sentiu uma pontada de… inveja? Desejo? Vontade de ser aquela mulher, ainda que por uma noite?
Comprou. Escondeu no fundo do armário. Esperou o momento certo.
O momento chegou numa sexta-feira em que Miguel chegou estressado do trabalho. Ana mandou-lhe mensagem: “Não entre no quarto. Espere no sofá.”
Ele obedeceu, confuso. Ouviu-a se mover no quarto, o som de algo sendo aberto. Esperou quinze minutos, que pareceram horas.
Quando ela apareceu, Miguel esqueceu o trabalho. Esqueceu o estresse. Esqueceu até como respirar.
Ana não era apenas vestida de secretária — ela era a secretária poderosa, aquela que sabe o que quer. A saia marcava suas curvas sem ser apertada demais. A camisa, transparente o suficiente para sugerir, não revelar. A gravata, desfeita de propósito, pedia para ser puxada.
— Senhor — ela disse, e a voz saiu firme, surpreendendo-a. — Temos assuntos pendentes para resolver.
Miguel não respondeu. Apenas a olhou, de boca aberta.
Ela aproximou-se, movendo os quadris de uma forma que nunca tentara. A confiança era uma máscara, sim, mas máscaras têm poder. Quando se sentou no colo dele, sentiu-o duro já, e isso a alimentou.
O jogo continuou. Ela ditava as regras — outra novidade. Mandou-o sentar na cadeira, amarrou suas mãos com a gravata (de forma simbólica, que ele podia soltar a qualquer momento, mas não o fez). Dançou para ele, devagar, deixando-o querer.
Quando finalmente o libertou, Miguel tomou-a com uma urgência que não sentiam há anos. Não porque a fantasia o excitasse — embora excitasse — mas porque Ana era outra pessoa, e essa pessoa o desejava ferozmente.
Depois, deitados, ele brincou com a saia.
— Quem era essa mulher? — perguntou, ainda maravilhado.
— Sou eu — Ana respondeu, surpresa ao perceber que era verdade. — Uma parte que esqueci que existia.
Na semana seguinte, ela voltou ao site. Comprou a fantasia de enfermeira. E depois a de policial.
Cada uma despertava uma faceta diferente — a cuidadora, a dominadora, a inocente corrompida.
Ana aprendera que lingerie e fantasias não eram sobre enganar o parceiro. Eram sobre se redescobrir. E cada descoberta valia a investimento.
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